Itaúna/MG
Itaúna/MG – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão de dois homens, com idades de 24 e 32 anos, na última terça-feira, 25 de novembro, sob a acusação de invadir uma residência em Itaúna, Minas Gerais, praticando um assalto que culminou em sequestro relâmpago e extorsão. A ação rápida da polícia resultou na recuperação dos bens roubados e na libertação da vítima, demonstrando a eficiência das forças de segurança na região.
A Invasão e o Sequestro
Segundo informações divulgadas pela polícia, os criminosos invadiram a casa da família e subtraíram dois televisores, um videogame e um aparelho celular, além de um veículo. Durante o assalto, um dos moradores foi feito refém e forçado a acompanhar os assaltantes no próprio carro, sendo levado para diversos locais da cidade enquanto era mantido sob cárcere. A ação criminosa, marcada pela violência e ameaças, causou pânico e desespero na família.
Além do sequestro, os criminosos entraram em contato com a mãe do jovem, exigindo o pagamento de um resgate através de transferência via Pix, sob a ameaça de matá-lo caso o pagamento não fosse efetuado. A mãe, desesperada com a situação e temendo pela vida do filho, realizou a transferência de R$ 1,5 mil, e o rapaz foi liberado pouco tempo depois. Vale destacar que a extorsão mediante sequestro é um crime grave, com penas elevadas previstas na legislação brasileira.
O Resgate e a Prisão
No dia seguinte ao sequestro, uma das vítimas voltou a ser ameaçada através de mensagens, onde os suspeitos exigiam o pagamento de R$ 7,5 mil para a devolução do carro e do celular roubados. A família, já traumatizada pela violência sofrida, procurou a Polícia Civil para registrar a ocorrência. Enquanto o registro era realizado, policiais civis conseguiram identificar o veículo roubado circulando pela cidade.
O que vem por aí
Com a identificação do veículo, a equipe policial, em um carro descaracterizado, realizou a abordagem, culminando na prisão em flagrante dos dois suspeitos, que estavam dentro do carro roubado e portavam o celular da vítima. Após os procedimentos legais, os homens foram encaminhados ao sistema prisional, e a PCMG solicitou ao Poder Judiciário a conversão das prisões em preventivas. As investigações revelaram que ambos os suspeitos já possuíam antecedentes criminais por roubo e homicídio, o que reforça a periculosidade dos indivíduos e a importância de sua manutenção sob custódia.
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