Grande Incêndio Devasta Lojas da Ceasa em Irajá
Rio de Janeiro/RJ – Um incêndio de grandes proporções consumiu 28 lojas da Ceasa, em Irajá, zona norte do Rio de Janeiro, exigindo mais de dez horas de intenso trabalho dos bombeiros. O fogo, que começou na madrugada desta segunda-feira, mobilizou 110 bombeiros e causou preocupação devido à presença de materiais inflamáveis, além de demandar atendimento médico para quatro bombeiros exaustos.
O que causou tamanha destruição?
O incêndio teve início por volta de 1h40 da manhã em uma loja do pavilhão 43, que funcionava como um supermercado. A presença de grande quantidade de bebidas alcoólicas no estabelecimento contribuiu para a rápida propagação das chamas. Os bombeiros, ao chegarem ao local, se depararam com um cenário de alta complexidade, intensificado pela presença de outros materiais altamente inflamáveis e de fácil combustão, como produtos derivados de petróleo e cosméticos. A fumaça densa dificultou a visibilidade na região, exigindo atenção redobrada dos motoristas que circulavam nas proximidades.
Para combater o incêndio, foram mobilizados 110 bombeiros, 14 quartéis e 31 viaturas, além de equipamentos especiais como um drone com câmera térmica, que auxiliou no mapeamento da área e na definição das estratégias de combate. A Águas do Rio também prestou suporte, enviando dois caminhões-pipa para reforçar o abastecimento de água. Durante a operação, quatro bombeiros passaram mal devido ao esforço físico e ao calor intenso, sendo prontamente atendidos e liberados após avaliação médica.
Impacto e Prejuízos
A Ceasa, um importante centro de distribuição de produtos hortifrutigranjeiros para o estado do Rio de Janeiro, ainda não conseguiu calcular os prejuízos causados pelo incêndio. Vale destacar que este não é o primeiro incidente do tipo a atingir o local, já que em setembro, outro incêndio resultou em três vítimas fatais, na ocasião atribuído a vandalismo em linhas de transmissão. Além disso, foram identificadas rachaduras nas paredes dos boxes atingidos, o que exigirá uma avaliação da Defesa Civil para determinar se será necessária a demolição ou apenas a recuperação da estrutura.
O que vem por aí
A Defesa Civil realizará uma análise detalhada das estruturas afetadas para determinar os próximos passos. A Ceasa deverá avaliar os prejuízos e buscar alternativas para minimizar o impacto no abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros. A investigação sobre as causas do incêndio continuará, visando identificar possíveis responsabilidades e evitar que incidentes semelhantes se repitam.
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