Adidas Reinou em Quase 20% dos Títulos da Libertadores

A Adidas se destaca como uma das principais fornecedoras de material esportivo na história da Copa Libertadores, marcando presença em 12 dos 66 títulos disputados entre 1960 e 2025. Este número representa aproximadamente 18,2% das conquistas, consolidando sua importância no cenário do futebol sul-americano. A análise detalhada revela um panorama interessante sobre a evolução das marcas esportivas na competição ao longo das décadas.

A Evolução das Marcas na Libertadores

Inicialmente, nas décadas de 1960 e 1970, a presença de marcas de material esportivo nas camisas dos times campeões era bastante rara. A maioria das equipes vitoriosas não exibia nenhuma marca específica, refletindo um período em que o aspecto comercial do futebol ainda estava em desenvolvimento. Apenas em 1976, com o título do Cruzeiro, vestindo Athleta, é que se identifica o primeiro clube brasileiro campeão com uma marca esportiva estampada em seu uniforme. A partir da década de 1980, essa prática se solidificou, acompanhando o crescimento e a profissionalização do futebol sul-americano.

Nesse contexto de expansão comercial, a Adidas emergiu como uma força dominante, conquistando títulos com clubes emblemáticos como Flamengo (1981, 2019, 2022 e 2025), River Plate (1986, 1996, 2015 e 2018), Grêmio (1983), Peñarol (1982), Argentinos Juniors (1985) e Colo-Colo (1991). A marca alemã concentrou suas aparições principalmente em equipes do Brasil e da Argentina, países que tradicionalmente dominam a competição. Vale destacar que a estratégia da Adidas em patrocinar grandes clubes desses países contribuiu significativamente para sua consolidação como líder em número de títulos.

O Domínio das Marcas

Após a Adidas, a Nike se destaca com 6 títulos, notadamente com o Boca Juniors em 2000, 2001, 2003 e 2007, Corinthians em 2012 e Atlético Nacional em 2016. A Umbro também figura entre as principais fornecedoras, com 5 títulos conquistados por Vélez Sarsfield (1994), LDU (2008), Santos (2011), Grêmio (2017) e Fluminense (2023). Outras marcas, como Penalty e Reebok (Internacional em 2006 e 2010 e Botafogo em 2024), também tiveram participações relevantes. A Puma, por sua vez, vestiu o Palmeiras nos títulos de 2020 e 2021.

O que vem por aí

O cenário das fornecedoras de material esportivo na Libertadores continua dinâmico e competitivo. Novas parcerias e estratégias de marketing prometem acirrar ainda mais a disputa nos próximos anos. Fique atento para as próximas edições e acompanhe de perto as marcas que estarão vestindo os futuros campeões da América.

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