Cuiabá/MT – Um homem de 46 anos, proprietário de uma loja de suplementos localizada dentro de uma academia no Bairro Verdão, foi preso em flagrante pela Polícia Civil nesta quinta-feira (27/11). A prisão ocorreu após denúncias de que o estabelecimento comercializava anabolizantes e produtos estrangeiros sem a devida autorização para venda no Brasil, infringindo normas sanitárias e colocando em risco a saúde dos consumidores.
Flagrante na academia: anabolizantes e irregularidades
A operação policial, desencadeada a partir de denúncias anônimas, mirou a loja de suplementos suspeita de comercializar produtos proibidos. Ao chegarem ao local, os policiais foram recebidos pelo proprietário, que se identificou como gerente do estabelecimento. Durante a inspeção minuciosa, as equipes da Polícia Civil se depararam com três caixas lacradas contendo substâncias anabolizantes de origem estrangeira, evidenciando a importação ilegal e a ausência de registro sanitário no Brasil, o que representa uma grave violação das determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, a venda de produtos sem a devida regulamentação coloca em risco a saúde dos consumidores, que podem estar sendo expostos a substâncias nocivas e sem o controle de qualidade necessário.
Vale destacar que a venda de anabolizantes sem prescrição médica é crime, conforme previsto no Código Penal Brasileiro. Além disso, a importação e comercialização de produtos sem registro na Anvisa também configuram infrações sanitárias, sujeitas a multas e outras sanções administrativas. A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar a origem dos produtos ilegais e possíveis envolvidos no esquema de distribuição.
O que diz a lei
A legislação brasileira é rigorosa quanto à comercialização de medicamentos e suplementos. A Anvisa exige o registro de todos os produtos para garantir a segurança e eficácia dos mesmos. A venda de produtos sem registro, especialmente anabolizantes, é considerada crime contra a saúde pública, com penas que podem variar de detenção a reclusão, dependendo da gravidade do caso.
O que vem por aí
A Polícia Civil informou que o proprietário da loja de suplementos permanecerá preso e à disposição da Justiça. As investigações prosseguirão para identificar outros possíveis envolvidos na comercialização dos produtos ilegais e para apurar a extensão do esquema. A expectativa é que outras operações semelhantes sejam realizadas em Cuiabá e região para combater a venda de produtos irregulares e proteger a saúde da população.
Para mais informações, continue conectado no Portal Conectados.








