Brasília/DF – A ministra Gleisi Hoffmann rebateu as declarações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, garantindo que o governo Lula preza pelo respeito e reconhecimento ao senador e à instituição. A declaração surge em meio a tensões sobre indicações e o processo de escolha para a vaga no STF, buscando dissipar acusações de manobras e fisiologismo.
Resposta Firme às Insinuações
Em uma resposta direta às críticas de Alcolumbre, a ministra Gleisi Hoffmann utilizou sua conta na rede social X para enfatizar que o governo federal repudia qualquer insinuação de negociações por cargos e emendas para resolver divergências entre os poderes. Além disso, a ministra salientou que o governo Lula valoriza a relação institucional com o Senado e que a conduta do Executivo sempre foi pautada pela transparência e lealdade.
Vale destacar que as declarações da ministra visam reafirmar o compromisso do governo com o respeito às prerrogativas de cada poder. A ministra ressaltou que indicações importantes, como as de ministros do STF, do procurador-geral da República e de diretores do Banco Central e agências reguladoras, foram realizadas com o mútuo respeito institucional. A mensagem busca dissipar as alegações de Alcolumbre e demonstrar que o governo age de forma transparente e em conformidade com os princípios democráticos.
Entenda o Contexto da Crise
A tensão entre o Executivo e o Senado surge em um momento crucial, antecedendo a sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para a vaga no STF. A controvérsia se intensificou após a escolha de Messias, em vez de Rodrigo Pacheco, para a vaga, gerando descontentamento no Senado e abrindo espaço para as críticas de Alcolumbre.
O que vem por aí
A sabatina de Jorge Messias na CCJ está agendada para o dia 10 de dezembro, porém, o governo busca adiar a análise. A aprovação de Messias é vista como um teste para a relação entre o governo e o Senado, e o desfecho desse processo poderá influenciar a dinâmica política nos próximos meses. A articulação do governo será fundamental para garantir a aprovação do indicado e restabelecer a confiança entre os poderes.
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