Em meio aos treinos intensos e a rotina agitada do Paris Saint-Germain, uma revelação inusitada sobre Neymar Jr. veio à tona. O ex-goleiro Alexander Letellier, que dividiu vestiários com o craque brasileiro, compartilhou uma história peculiar sobre os hábitos do camisa 10, revelando uma possível claustrofobia que o impede de fechar a porta do banheiro, mesmo em momentos íntimos.
Um flagrante inusitado no CT
O episódio, narrado por Letellier ao jornal francês L’Équipe, ocorreu no centro de treinamento Camp des Loges, palco dos bastidores do clube parisiense. Segundo o relato, o ex-goleiro se deparou com Neymar utilizando o sanitário com a porta completamente aberta, uma cena que o deixou perplexo. A situação gerou um misto de surpresa e curiosidade, levando Letellier a buscar explicações sobre o comportamento incomum do colega.
A resposta veio através do zagueiro senegalês Abdou Diallo, também companheiro de equipe, que esclareceu o possível motivo por trás do hábito peculiar de Neymar. Diallo explicou que o craque brasileiro poderia sofrer de claustrofobia, um transtorno de ansiedade caracterizado pelo medo irracional e intenso de espaços pequenos e fechados. Essa condição explicaria a necessidade de Neymar de manter a porta aberta, buscando evitar a sensação de confinamento e pânico que poderia surgir em um ambiente restrito.
Entendendo a Claustrofobia
A claustrofobia é um transtorno de ansiedade que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Os sintomas podem variar de leve desconforto a ataques de pânico, e podem ser desencadeados por diversos fatores, como elevadores, túneis, aviões ou até mesmo um banheiro fechado. O tratamento geralmente envolve terapia cognitivo-comportamental e, em alguns casos, o uso de medicamentos para controlar a ansiedade.
O que vem por aí
A revelação sobre a possível claustrofobia de Neymar abre uma janela para a compreensão dos desafios enfrentados por atletas de alto nível, que muitas vezes precisam lidar com pressões e ansiedades intensas. A história também serve como um lembrete de que a saúde mental é tão importante quanto a física, e que buscar ajuda profissional é fundamental para superar transtornos e viver uma vida plena.
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