São Paulo/SP – O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, revelou ter ligado diretamente para o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, para expressar seu apoio e parabenizá-lo pela condução de recentes operações policiais no estado. A atitude, segundo Nunes, demonstra sua concordância com a postura do governo carioca no combate à criminalidade, independentemente da opinião pública imediata.
Apoio Imediato e Incondicional
Ricardo Nunes enfatizou que sua ligação para Cláudio Castro ocorreu logo após as operações, sem esperar por pesquisas de aprovação. Essa demonstração de apoio imediato reflete a crença do prefeito na necessidade de uma ação firme contra o crime. “O Cláudio Castro é meu amigo. Logo que aconteceu aquilo, liguei para ele e falei: ‘Cara, parabéns’. Não esperei as pesquisas mostrarem que 90% aprova”, declarou Nunes, reforçando a importância de o poder público não ceder espaço para a criminalidade.
Além disso, Nunes utilizou o exemplo do Rio de Janeiro para ilustrar sua própria abordagem em relação à Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo. O prefeito assegurou que oferece total apoio aos agentes da GCM, garantindo-lhes segurança jurídica para agirem em legítima defesa. “Não dá para deixar o crime tomar conta de uma área e achar que vai ficar ali dominando”, completou, evidenciando a importância de uma postura proativa no enfrentamento à violência.
Segurança Jurídica para os Agentes
A fala de Nunes sobre a GCM é um ponto crucial. Em um contexto de crescente insegurança e questionamentos sobre a atuação policial, o prefeito busca transmitir uma mensagem clara de apoio aos agentes que agem dentro da lei. Ele enfatiza que a prioridade é a segurança dos guardas, incentivando-os a se protegerem em confrontos letais. “Se o bandido for para cima, que vá o bandido, não vá você deixar sua família, sua mulher viúva”, afirmou, deixando claro que, embora não tolere excessos, defenderá os guardas que agirem em legítima defesa.
O que vem por aí
A postura de Nunes sinaliza uma política de tolerância zero com a criminalidade, tanto em São Paulo quanto em outras regiões do país. Resta acompanhar como essa visão se traduzirá em ações concretas e se o apoio declarado aos agentes de segurança resultará em uma maior sensação de segurança para a população. O debate sobre o papel da polícia e a necessidade de equilíbrio entre a repressão ao crime e a garantia dos direitos individuais certamente continuará em pauta.
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