Cidade de Taipei/Taiwan – O presidente Lai Ching-te reafirmou a prioridade da segurança de Taiwan e a defesa dos valores democráticos, em um contexto de crescente tensão com a China. O anúncio veio acompanhado de um substancial incremento no orçamento de defesa e de reformas no treinamento das forças de reserva, demonstrando a determinação da ilha em se proteger contra as ameaças militares.
Soberania e Valores Não Negociáveis
O discurso de Lai aos reservistas em Yilan ressaltou que a segurança nacional não admite concessões. Além disso, ele enfatizou que a soberania e os valores democráticos são alicerces da nação taiwanesa e uma posição unânime do povo, desvinculada de disputas ideológicas. Nesse sentido, o presidente criticou a coerção e o assédio contínuos da China, justificando o aumento do investimento em defesa e a preparação para cenários desafiadores.
Ademais, Lai reiterou que a busca pela paz deve ser respaldada por uma força considerável. “A paz não pode ser alcançada apenas por meio de um pedaço de papel chamado acordo de paz, nem pode — nem jamais poderá — ser alcançada cedendo às exigências de um agressor”, declarou o presidente. Vale destacar que a declaração reflete a preocupação com a possibilidade de que a busca por reconciliação se transforme em rendição diante das pressões chinesas.
Reforço Militar e Apoio Internacional
Taiwan tem modernizado seu exército, expandindo o serviço militar obrigatório e buscando apoio internacional. A colaboração com os Estados Unidos, mesmo sem relações diplomáticas formais, tem sido crucial, especialmente no treinamento das forças armadas. A vice-presidente Hsiao Bi-khim expressou gratidão pelo apoio de Washington, enfatizando a confiança que o treinamento de alto nível traz aos taiwaneses.
O que vem por aí
O governo de Taiwan continuará a fortalecer suas capacidades de defesa, buscando a autossuficiência na produção de armamentos e aprofundando a cooperação com parceiros internacionais. A mensagem é clara: Taiwan está determinada a defender sua soberania e seus valores, e não cederá à pressão de Pequim.
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